Entrevistas da Globo e debate na Band são marcados por declarações falsas sem contestação imediata

As entrevistas dos candidatos à Presidência da República, que disputarão o segundo turno das Eleições 2026, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), à Rede Globo de TV, nos dias 15 e 16 de outubro, e o debate promovido pela Rede Bandeirantes de TV, no domingo 18, foram marcados por um excesso de declarações falsas, exageros e informações apresentadas fora de contexto. As verificações realizadas por agências de checagem e pelo Bereia identificaram desinformação em afirmações sobre segurança pública, corrupção, programas sociais, emprego e direitos das mulheres. A ausência de contestação imediata de parte dessas declarações pelos jornalistas responsáveis pelas transmissões também colocou em discussão o papel das emissoras na cobertura eleitoral.

As checagens publicadas após os programas mostram que algumas informações poderiam ter sido confrontadas com documentos oficiais, registros legislativos e estatísticas públicas. Outras envolviam acusações sem comprovação, apresentadas diante de milhões de espectadores e posteriormente reproduzidas nas redes digitais, entre eles, ambientes religiosos. 

Entrevistas na Rede Globo

Nas entrevistas à Rede Globo, o Aos Fatos examinou um número aproximado de afirmações de cada presidenciável. Das 15 declarações de Lula checadas, 12 foram classificadas como verdadeiras e três como exageradas/enganosas.

Entre as falas de Flávio Bolsonaro, das 14 verificadas, apenas uma foi classificada como verdadeira; foram 12 avaliadas como falsas e duas como exageradas/enganosas. Os números correspondem às afirmações selecionadas pela agência para verificação, não à totalidade do que foi dito pelos candidatos.

Os exageros enganosos de Lula


O candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva foi entrevistado em 15 de outubro. Ele afirmou que o Brasil havia criado 22 milhões de empregos durante seus dois primeiros mandatos. A declaração foi considerada exagerada/enganosa. Dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam a criação de 15,3 milhões de empregos formais entre 2003 e 2010. O número apresentado pelo presidente só se aproxima dos registros quando são incluídos períodos posteriores do PT no poder, já durante os governos de Dilma Rousseff.

Outra afirmação questionada como exagerada/enganosa foi a de que o presidente havia acabado com a fome em 2014. Naquele ano, o Brasil saiu do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), resultado de uma redução expressiva da insegurança alimentar. Isso, porém, não significava que a fome havia sido completamente erradicada: os dados citados pela agência mostram que, apesar dos bons resultados do governo na época, ainda havia milhões de pessoas em situação de desnutrição no país.

A aprovação de projetos do governo no Congresso Nacional, tratados por Lula como aprovados na totalidade, durante a entrevista, não passou na verificação do Aos Fatos. A informação foi classificada como enganosa, pois embora o governo tenha conseguido aprovar pautas que considerava prioritárias, como a reforma tributária, o novo arcabouço fiscal, a ampliação da isenção do IR e o fim da escala 6×1, o Executivo não teve todas as suas propostas acolhidas pelo Legislativo, ao contrário do que afirma o presidente. Aos Fatos checou que houve derrotas no Congresso Nacional como a derrubada de vetos de a projetos aprovados pelos parlamentares Lula:  ao marco temporal das terras indígenas; à prorrogação da desoneração da folha de pagamento; ao chamado PL da Dosimetria da Pena (destinado a beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro que se encontra preso); a dispositivos da Lei Geral do Licenciamento Ambiental e da Lei dos Agrotóxicos. Houve ainda a rejeição do Senado à indicação, pelo governo federal, do advogado-geral da União Jorge Messias a uma vaga no Supremo Tribunal Federal, a primeira desde 1894.

O comércio exterior também foi tema das verificações e a avaliação é de terem sido, parte das informações, também infladas/enganosas. Lula afirmou que, em seu atual governo, as relações comerciais com a China haviam crescido 20% e 15% com a Indonésia, 16% com a Alemanha e 13% com o Vietnã. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), levantados por Aos Fatos, as exportações brasileiras para a China cresceram menos, 11,1% entre janeiro e setembro de 2026, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados da variação percentual de exportações entre janeiro e setembro de 2026 para a Alemanha (+15,8%) e para o Vietnã (+14,1%) estão próximos dos citados pelo presidente. Mas o da Indonésia não: o avanço foi menor, 2,2% no período.  

As mentiras de Flávio Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro foi entrevistado na noite seguinte, 16 de outubro. O candidato  apresentou o amplo número de 13 informações falsas, de acordo com a checagem de Aos Fatos, várias delas amplamente contestadas por matérias jornalísticas, sobre investigações policiais, segurança pública e gastos do governo, algumas já checadas pelo Bereia.

Uma das acusações foi a de que a Polícia Federal havia confirmado um pagamento irregular de R$ 30 milhões, envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, para financiar um documentário sobre Lula. A alegação fazia referência a informações divulgadas pela revista Veja sobre um áudio de delação atribuído a Vorcaro. Em reportagem publicada pelo Bereia, foi constatada a inconsistência das informações divulgadas pela revista. A Polícia Federal negou que o ex-banqueiro tivesse prestado o depoimento mencionado ou apresentado documentos que comprovassem o suposto pagamento. A existência de um áudio atribuído a uma pessoa não demonstra, por si só, que os fatos narrados ocorreram. 

Imagem: Reprodução do site do Bereia – publicado em 11 out 26. Acesso 19 out 26

Flávio Bolsonaro também repetiu a afirmação de que, em março de 2023,  o então ministro da Justiça Flávio Dino havia entrado no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, sem policiais ou seguranças. Esta mentira circula desde esta época para levar pessoas a crerem que Dino teria relacionamentos com criminosos locais, o que lhe daria imunidade para circular. A declaração foi novamente classificada como falsa, de acorco com a checagem de Aos Fatos. O Ministério da Justiça havia informado, na ocasião, que diferentes forças de segurança haviam sido comunicadas e prestaram suporte à visita.

Também na entrevista, o senador Bolsonaro relacionou a queda dos homicídios em 2019, primeiro ano do governo do pai, Jair Bolsonaro (PFL à época), ao aumento dos registros de armas de colecionadores, atiradores desportivos e caçadores (CACs). Embora a redução das mortes tenha ocorrido, as verificações apontaram que os dados não permitiam atribuir o resultado ao aumento da circulação de armas. Aos Fatos checou que Atlas da Violência, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), aponta três fatores que promoveram a diminuição dos homicídios em 2019: o envelhecimento da população, a implementação de ações e de programas qualificados pelos estados e municípios e o Estatuto do Desarmamento, que, segundo o estudo “ajudou a frear a escalada dos homicídios no país a partir de 2003”. 

As declarações sobre o financiamento de Dark Horse, filme sobre Jair Bolsonaro, também foram contestadas na checagem de Aos Fatos. Flávio Bolsonaro afirmou que a produtora responsável havia prestado contas de todos os gastos e que os recursos recebidos eram lícitos. Já foi amplamente reportado nas mídias de notícias, que uma perícia privada contratada pela defesa da produtora não apresentou documentação suficiente para esclarecer integralmente a origem do dinheiro. Portanto, até o momento, não houve a devida prestação de contas dos envolvidos com o recebimento dos milhões de dólares doados pelo banqueiro Daniel Vorcaro e a destinação dos valores é desconhecida. 

A afirmação de que houve uma relação privada e que os milhões doados são “totalmente lícitos” também não se sustentam, e é falsa, de acordo com a checagem de Aos Fatos. A Polícia Federal investiga suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, organização criminosa e corrupção ativa no financiamento de Daniel Vorcaro ao filme Dark Horse. Como o inquérito ainda está em andamento, e deve ser prorrogado por mais 90 dias, não é possível atestar que a origem do dinheiro foi lícita. 

Flávio apresentou ainda números sobre fechamento de empresas e transferência de negócios brasileiros para o Paraguai. Aos Fatos apontou que não existem dados que confirmem uma saída generalizada de companhias do país. A agência explicou que encerramento de CNPJ, falência, inadimplência e recuperação judicial são situações distintas.

As outras sete afirmações falsas podem ser lidas no conteúdo de Aos Fatos.  Já as duas informações enganosas, identificadas por Aos Fatos, referem-se à menção de Flávio Bolsonaro sobre um suposto “terrorismo da campanha do PT” sobre ele indicar que, se eleito, vai privatizar as grandes estatais, como a Petrobrás. Há vários registros de falas dele e de integrantes de sua equipe de campanha com a sinalização de planos semelhantes.  Também foi mencionada pelo candidato a criação de um prontuário eletrônico único para integrar as informações de saúde dos pacientes do Serviço Único de Saúde (SUS), mas este instrumento já existe. 

Debate da Band não tem debate e se torna veículo de mentiras já conhecidas

Três dias depois das entrevistas, Lula e Flávio Bolsonaro participaram do primeiro debate do segundo turno das eleições, promovido pela Rede Bandeirantes de TV, em 18 de outubro. Algumas das mentiras já confrontadas por agências e checagem voltou a ser apresentada, entre elas a alegação do pagamento irregular de R$ 30 milhões de  Daniel Vorcaro para um documentário sobre Lula. O confronto também trouxe declarações sobre o voto de pessoas presas, o combate às facções criminosas, a licença-maternidade, a corrupção e os programas sociais.

Segurança pública x criminalidade

Uma das afirmações de Flávio Bolsonaro foi a de que Lula havia recebido 73% dos votos dos presos no primeiro turno para acusá-lo de receber apoio de criminosos. A desinformação enganosa sobre a associação entre pessoas presas e candidatos de esquerda já havia sido examinada pelo Bereia nas eleições municipais de 2024. Bereia voltou a produzir nova matéria sobre este assunto, pois o candidato repetiu o que já vinha sendo disseminado de forma enganosa sobre este tema nas redes digitais após o primeiro turno. 

O tema da segurança pública continuou presente no debate. Flávio Bolsonaro afirmou que Lula havia recorrido à Justiça para restabelecer as saídas temporárias de presos, direito retirado pelo atual Congresso Nacional. Segundo o Estadão Verifica, a ação existiu mas foi apresentada pela Associação Nacional da Advocacia Criminal e não pelo governo federal.

Outra afirmação contestada envolveu o apagamento da marcação em munições para rastreamento nas investigações de irregularidades. Questionado por Lula, Flávio Bolsonaro negou ter apoiado mudanças que retirassem mecanismos de identificação, o que impede a investigação de crimes, inclusive por agentes do Estado.  Porém, o Estadão levantou que o senador apoiou o Projeto de Lei 3.723/2019, apresentado pelo governo de Jair Bolsonaro, seu pai, que prevê a revogação dessa exigência, o que foi amplamente criticado por especialistas de segurança à época.

Na discussão sobre corrupção, o senador afirmou que Lula havia nomeado, em seu terceiro mandato, pessoas condenadas no julgamento do chamado Mensalão. O Estadão Verifica classificou a declaração como falsa. O jornal também examinou a acusação de Bolsonaro de que o atual presidente teria participado de uma reunião com Fernando Haddad, Gabriel Galípolo e Daniel Vorcaro na qual teria prometido ajuda ao Banco Master. Embora tenha ocorrido um encontro fora da agenda oficial a pedido de Vorcaro, não há comprovação da suposta promessa ou de qualquer benefício concedido pelo governo Lula ao banqueiro preso.

Licença-maternidade, proteção de crianças e programas sociais

Entre os temas relacionados à família e à proteção social, Lula afirmou que Flávio Bolsonaro foi o único deputado estadual do Rio de Janeiro a votar contra a ampliação da licença-maternidade das servidoras públicas, de quatro para seis meses, em 2009. A informação foi confirmada pela Agência Lupa e pelo Estadão Verifica, com base nos registros da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro levantados pelo pelo podcast jornalístico Duas e Tanto.

Imagem: Reprodução do perfil do Podcast Duas e tanto – publicado em 16 out 26. Acesso 19 out 26

O senador, por sua vez, acusou um filho de Lula de agredir a ex-companheira. A Lupa classificou a afirmação como insustentável. A denúncia foi investigada pela Polícia Civil em 2024, mas o inquérito terminou sem indiciamento por falta de provas suficientes.

Aos Fatos também classificou como falsa uma declaração do senador segundo a qual o governo Lula consideraria autores de abuso sexual infantil apenas pessoas doentes, e não criminosas.

Os programas sociais foram outro assunto do confronto. O candidato da oposição atribuiu ao governo Jair Bolsonaro a elevação permanente do Bolsa Família para R$ 600. O valor foi alcançado em 2022 por meio de um acréscimo temporário, válido até dezembro daquele ano. A proposta orçamentária encaminhada pelo governo anterior para 2023 previa benefício de R$ 400.

Neste tema, Lula apresentou informação enganosa. Ao afirmar que a economia brasileira só voltou a crescer acima de 3% depois de seu retorno à Presidência. É fato que há crescimento no atual governo mas Lula desconsidera resultados anteriores, como os registrados em 2021, no governo de Jair Bolsonaro. A declaração foi contestada pelo Estadão Verifica com base na série histórica do Produto Interno Bruto divulgada pelo IBGE.

Conteúdo enganoso mencionado por Lula também foi identificado pelo Estadão Verifica, como o valor da mansão comprada por Flávio Bolsonaro, inflado para 10 milhões de reais, ao invés de 6,2; a afirmação de que Jair Bolsonaro não reajustou o salário mínimo pela inflação em nenhum ano de seu governo, quando isto ocorreu em um dos anos do mandato,  2019, nos outros, de fato, não. Lula também apresentou dado falso, pois não pode ser verificado: “[Bolsonaro liberou] 1 bilhão e 100 milhões de balas”, checado pela Lupa. 

Jornalismo de Globo e Band criticado: permissão de mentiras impede debate

A crítica à atuação dos jornalistas durante as transmissões também ganhou espaço entre organizações da categoria e integrantes da comunidade acadêmica. As manifestações questionam a ausência de mecanismos de contestação imediata de informações falsas e defendem maior participação dos mediadores na verificação das declarações dos candidatos.

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e seus sindicatos filiados divulgaram, em 19 de outubro, uma nota pública criticando a condução e o formato do debate da Band. Para as organizações, o encontro privilegiou provocações, ataques pessoais e frases de efeito, deixando em segundo plano a apresentação de propostas e o esclarecimento dos eleitores. 

A Fenaj defende que as emissoras adotem regras para exigir respostas objetivas, permitir a intervenção dos mediadores diante de informações comprovadamente falsas e responsabilizar candidatos pelo descumprimento das normas. “A neutralidade diante da desinformação não representa imparcialidade. Ao contrário, pode contribuir para sua legitimação”, afirma a nota, que também questiona a transformação dos debates em conteúdos voltados à audiência e à circulação de recortes nas redes sociais.

Imagem: Reprodução do perfil da FENAJ – publicado em 19 out 26. Acesso 19 out 26

A cobrança por mudanças no formato dos debates também foi apresentada por professores, estudantes e egressos da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), em uma carta aberta dirigida às emissoras de rádio e televisão. Intitulado “Comunicação só se faz com a verdade”, o documento propõe a criação de equipes de checagem em tempo real, capazes de identificar informações falsas durante as transmissões e comunicar os resultados ao público. Os signatários também defendem advertências aos candidatos e a possibilidade de perda de tempo de fala em caso de reincidência, além de medidas contra manifestações que violem os direitos humanos ou a Constituição Federal. A carta solicita que as emissoras implementem o maior número possível dessas mudanças ainda no segundo turno das eleições de 2026, para que a mediação não fique restrita ao controle do tempo de fala dos participantes.

Repercussão das declarações em ambientes digitais religiosos

As falas dos candidatos não ficaram restritas às transmissões televisivas. Trechos das entrevistas e do debate circularam nas redes digitais, onde passaram a ser comentados e reproduzidos por comunicadores, políticos e lideranças religiosas.

Um dos episódios foi a expressão “malandro carioca”, utilizada por Lula para se referir a Flávio Bolsonaro durante o debate. O senador reagiu afirmando que o presidente havia ofendido os moradores do Rio de Janeiro. A declaração foi abordada em publicações do portal cristão Pleno.News e do pastor Felipe Valadão.

Um monitoramento da empresa Palver, divulgado pela Folha de S.Paulo, identificou a licença-maternidade entre os assuntos que ganharam repercussão nas redes analisadas. Nos ambientes de mensagens acompanhados pela empresa, o combate ao narcotráfico concentrou 23% das opiniões classificadas por tema. As discussões sobre Daniel Vorcaro e o INSS corresponderam a 17% cada. Os percentuais abrangem os espaços monitorados pela empresa, não exclusivamente grupos religiosos.

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Os resultados das verificações levantam uma questão sobre a condução das entrevistas e do debate, marcados pelo excesso de propagação de mentiras, permitido pelas emissoras de TV. Bereia acompanha a FENAJ e a carta dos estudantes e egressos da Escola de Comunicação e Artes da USP que criticam que as entrevistas e o debate não cumpriram plenamente o papel de uma sabatina e da discussão de ideias e projetos de país, que pressupõem questionamentos e confrontação das declarações dos candidatos. Em uma sabatina as pessoas são inquiridas, confrontadas, e não houve, especialmente, a confrontação das mentiras proferidas, massivamente pelo candidato do PL. 

O mesmo ocorreu com o debate que acabou sendo marcado pelo impedimento da discussão saudável. A ausência de contestação explícita de afirmações falsas durante os dois programas representa uma falha jornalística. Quando há mentira e falsidade, é preciso que o jornalismo digno confronte e aponte para quem está assistindo que conteúdo desinformativo foi proferido e a verdade seja dita. Sem esta prática, o direito à informação é negado e as emissoras se tornam cúmplices de uma comunicação política que nega a democracia e o importante lugar do debate de ideias e de projetos em uma campanha eleitoral.

Foto: Renato Pizzutto/Band

Referências

Aos Fatos

https://www.aosfatos.org/noticias/checamos-lula-globo-segundo-turno/ Acesso em: 19 out. 2026.

https://www.aosfatos.org/noticias/falso-232-empresas-paraguai-governo-lula/  Acesso em: 19 out. 2026.

https://www.aosfatos.org/noticias/checamos-lula-flavio-bolsonaro-debate-band Acesso em: 19 out. 2026.

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https://www.agencialupa.org/checagem/2026/10/15/ao-vivo-checagem-da-entrevista-de-lula-na-tv-globo/ Acesso em: 19 out. 2026.

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https://www.agencialupa.org/checagem/2026/08/28/ao-vivo-checagem-da-entrevista-de-flavio-bolsonaro-ao-jornal-nacional Acesso em: 19 out. 2026.

https://www.agencialupa.org/checagem/2026/10/04/apos-confirmacao-do-2o-turno-lula-erra-sobre-superavit-e-flavio-sobre-reeleicao-e-endividamento Acesso em: 19 out. 2026.

https://www.agencialupa.org/checagem/2026/10/18/ao-vivo-checagem-do-debate-entre-lula-e-flavio-bolsonaro-na-band Acesso em: 19 out. 2026.

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https://www.estadao.com.br/estadao-verifica/checamos-o-debate-entre-lula-e-flavio-na-band

Folha de S.Paulo

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/encaminhado-com-frequencia/2026/10/debate-de-lula-e-flavio-bolsonaro-e-marcado-por-vorcaro-e-luchsinger.shtml Acesso em: 19 out. 2026.

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https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/l15358.htm Acesso em: 19 out. 2026.

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https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/140042 Acesso em: 19 out. 2026.

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https://noticias.uol.com.br/confere/ultimas-noticias/2026/10/16/flavio-sabatina-globo-segundo-turno-checagem.ghtm Acesso em: 19 out. 2026.

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https://fenaj.org.br/debate-eleitoral-nao-e-espetaculo-jornalismo-exige-compromisso-com-a-verdade-e-a-democracia/ Acesso em: 19 out. 2026.

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