Em pregação religiosa, jovem missionário deprecia cidades nordestinas, religiões de matriz africana e carnaval e propaga intolerância

Circula nas redes digitais um vídeo com declarações controversas do missionário evangélico da Zion Church Nick Moretti sobre as cidades de Salvador (BA) e Olinda (PE), religiões de matriz africana e o carnaval. O conteúdo viralizou e gerou forte repercussão pública diante das avaliações de preconceito e intolerância expressas. Bereia analisou o material e verificou que as falas são autênticas e podem ser classificadas como um caso de intolerância religiosa.

O que aconteceu

O vídeo em circulação é uma gravação da fala de Moretti em um evento evangélico voltado ao público jovem, que ganhou ampla circulação nas redes digitais. A publicação dissemina afirmações negativas sobre a cidade de Salvador, ampliadas para o contexto religioso da região. No vídeo, o missionário declara: “Se tem uma cidade que eu odeio ir, e desculpa a todos os meus amigos baianos, eu amo vocês, mas Salvador, meu irmão, parece que você está andando pedindo licença pra demônio”.

Imagem: Nick durante o evento. Reprodução: Uol

Nick Moretti também relata um episódio ocorrido em Olinda, durante o período do carnaval, quando em Recife e praticava um jejum “como resistência”. De acordo com o missionário da Zion Church, ao atravessar uma ponte em direção a Olinda, sentiu um mal-estar físico, que atribuiu a um suposto “discernimento espiritual”. A partir daí ele menciona a existência de estabelecimentos e símbolos naquela região associados a religiões de matriz africana, como referências a orixás, e relaciona esses elementos a um ambiente “espiritualmente negativo”.

Quem é Nick Moretti

O missionário da Zion Church é identificado nas redes como “pregador cristão da nova geração” e integra iniciativas voltadas para jovens evangélicos como o Dunamis Movement, além de participar de eventos como o The Send

Nick Moretti foi um dos idealizadores do “Bailinho da Paz”, iniciativa voltada ao público jovem, e atualmente lidera, ao lado de sua esposa, o grupo Flow, voltado à formação de adolescentes na Zion Church São Paulo. Em site oficial, Moretti declara que: “Seu ministério é marcado por uma mensagem que desperta corações para um relacionamento genuíno com Deus e por uma vida dedicada a ver o Reino de Deus se manifestar entre os jovens de sua geração”.

Retratação pública

Após a ampla repercussão negativa de suas declarações publicadas nas redes digitais, Moretti divulgou um pedido de desculpas em seu perfil no Instagram, em 19 de março. Na mensagem, classificou suas declarações como “equivocadas” e pediu perdão “aos irmãos de Salvador”.

Imagrm: Pedido de desculpas de Nick. Reproduçaõ instagram

O missionário afirmou que sua intenção era se referir à “resistência espiritual durante o período de carnaval” e declarou: “Não odeio Salvador nem Olinda. Essas cidades são alvo do amor e da graça de Deus […] Peço perdão a todos que ofendi”.

Intolerância religiosa

A fala do missionário se enquadram como intolerância religiosa, ao associar práticas e símbolos de religiões de matriz africana a elementos negativos e demonizados. Esse tipo de manifestação configura violação ao direito fundamental à liberdade religiosa, garantido pela Constituição Federal no artigo 5º, inciso VI.

Bereia já publicou várias matérias sobre falas de líderes religiosos semelhantes à de Nick Moretti, que revelam preconceito e discriminação com cidades e regiões do país por conta da presença de manifestações de fé em religiões de matriz africana. Casos como os ocorridos nas cidades de Itaboraí (RJ) e Conselheiro Lafayete (MG), entre outros checados pelo Bereia,  enquadram-se no debate jurídico que registra dois marcos.

O artigo 5º, VI, da Constituição assegura a inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença; já a Lei 14.532/2023 equiparou a injúria racial ao crime de racismo e agravou a pena: dois a cinco anos de prisão, além de multa, para quem impedir, constranger ou empregar violência (inclusive verbal) contra manifestações religiosas. 

A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) fixa o contorno desses limites: em março de 2018, a 2ª Turma negou habeas corpus e manteve a condenação (pena de três anos, em regime inicial aberto) do pastor da Igreja Pentecostal Geração Jesus Cristo Tupirani da Hora Lores, por praticar e incitar discriminação religiosa na internet, assentando que manifestações concretas de ódio religioso não são protegidas pela liberdade de expressão. No voto, o então ministro Celso de Mello sublinhou que a liberdade de expressão é “o mais precioso privilégio dos cidadãos”, mas não é absoluta e sofre limitações éticas e jurídicas; Dias Toffoli destacou o risco de escalada a uma “guerra de religiões” se o Estado não pacificar a sociedade.

A intolerância religiosa envolve atitudes ofensivas, discriminatórias ou hostis contra crenças, práticas ou grupos religiosos. Essas manifestações podem ocorrer de diferentes formas, desde discursos estigmatizantes até episódios de violência física e institucional.

Segundo dados do Disque 100, canal do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, foram registradas 2.774 denúncias de intolerância religiosa entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026. Entre os estados com maior número de ocorrências está a Bahia, diretamente citada no episódio, o que reforça a gravidade e a recorrência desse tipo de violação no país.

De acordo com o Censo de 2022, Salvador apresenta crescimento expressivo de adeptos de religiões de matriz africana. A capital baiana reúne cerca de 59,9 mil praticantes de umbanda e candomblé, o equivalente a 2,8% da população. Apesar desse aumento, esses grupos ainda representam uma minoria religiosa. Além disso, Salvador está entre as cidades com maior população negra do país, o que evidencia a forte presença de heranças culturais e religiosas de origem africana em seu território.

No caso de Olinda, citada pelo missionário, trata-se de um dos principais centros culturais do país. O carnaval da cidade é reconhecido como uma das maiores e mais autênticas festas populares do Brasil, e reúne manifestações tradicionais como maracatus, caboclinhos, blocos e bonecos gigantes. Essa diversidade expressa a riqueza cultural e religiosa do Nordeste brasileiro, marcada por influências históricas africanas e indígenas.

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O Bereia confirma que o conteúdo que circula nas redes é verdadeiro e corresponde a fala que foi pronunciada pélo missionário Nick Moretti, da Zion Church, conforme admitido por ele mesmo. As declarações do líder evangélico associam religiões de matriz africana a representações negativas, demonizando-as.

Embora Moretti tenha publicado retratação posterior, o vídeo alcançou um número muito extenso de pessoas, o que evidencia como discursos religiosos, quando direcionados à desqualificação de outras crenças, podem reforçar e incitar práticas discriminatórias e violar direitos fundamentais. A liberdade religiosa, garantida constitucionalmente, pressupõe não apenas o direito de pessoas professarem uma fé, mas também o respeito às diferentes expressões religiosas, condição essencial para a convivência democrática e a promoção da dignidade humana.

Referências: 

Uol. https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2026/03/25/missionario-lider-de-movimento-evangelico-liga-salvador-e-olinda-a-demonios.ghtm. Acesso em 27 de março de 2026.

Religião e poder. https://religiaoepoder.org.br/artigo/intolerancia-religiosa. Acesso em 27 de março de 2026.

Governo Federal. https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2026/janeiro/intolerancia-religiosa-segue-como-violacao-recorrente-em-2026-apontam-dados-do-disque-100.  Acesso em 27 de março de 2026.

G1. https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2025/06/06/religiao-da-populacao-de-salvador-censo-2022.ghtml.  Acesso em 27 de março de 2026.

Cultura. https://www.dsc.ufcg.edu.br/~pet/jornal/fevereiro2007/cultura.htm.  Acesso em 27 de março de 2026.

Jus Brasil. https://www.jusbrasil.com.br/topicos/10730845/inciso-vi-do-artigo-5-da-constituicao-federal-de-1988.  Acesso em 27 de março de 2026.

Convites. https://nickmoretti.com.br/.  Acesso em 27 de março de 2026.

Prisão de líderes da Igreja Zion reacende debate sobre liberdade religiosa na China

*com apelo ao exagero

*com colaboração de Ana Clara Bento e Ana Laura Diniz

Nas últimas semanas, publicações em sites e redes sociais davam conta que o governo chinês sob o comando do presidente Xi Jinping, havia intensificado a perseguição a cristãos, especialmente a líderes evangélicos. Ao menos 30 pastores e membros ligados à Igreja Zion, uma das maiores congregações protestantes não registradas do país, teriam sido presos em operações simultâneas em várias províncias chinesas no início de outubro de 2025.

Bereia checou as informações e reuniu dados sobre a veracidade do que tem sido divulgado.

O que aconteceu? Do que os líderes estão sendo acusados?

De acordo com documentos oficiais vistos por veículos internacionais como Reuters, Le Monde e The Economist, os líderes da Igreja Zion, incluindo seu fundador, o pastor Jin Mingri (Ezra Jin), foram detidos sob a acusação de “uso ilegal de redes de informação” – uma referência à pregação e organização de cultos pela internet sem autorização estatal.

A acusação está vinculada a novas diretrizes divulgadas em setembro de 2025, que proíbem a transmissão online de sermões e treinamentos religiosos por clérigos que não demonstrem apoio explícito ao Partido Comunista Chinês (PCC). O crime pode resultar em até sete anos de prisão.

Familiares dos presos afirmam que advogados enfrentam restrições para acessá-los e alertam para possíveis riscos à saúde do pastor Jin, que é diabético. As autoridades chinesas, por sua vez, afirmam que o caso não é religioso, mas estritamente legal, alegando que os detidos violaram normas sobre atividades religiosas e uso da internet.

História da Igreja Zion na China

A Igreja Zion foi fundada em 2007 pelo pastor Ezra Jin Mingri, formado na Universidade de Pequim e em seminários na China e nos EUA. A congregação se recusa a se registrar junto ao Estado, o que a classifica na China como “igreja doméstica”, termo usado para grupos que atuam fora das estruturas oficiais controladas pelo governo.

Com crescimento rápido, a Zion chegou a reunir entre 5 e 10 mil fiéis em cerca de 40 a 50 cidades, um número significativo para uma igreja clandestina. A expansão se intensificou durante a pandemia, quando passou a transmitir os cultos via Zoom (plataforma de reuniões online).

A Zion já foi alvo de repressão antes: em 2018 seu prédio em Pequim foi fechado e membros sofreram interrogatórios. Mesmo assim, continuou funcionando de forma descentralizada, o que ampliou tensões com o governo.

Repercussão no mundo

A prisão dos líderes da Zion teve ampla cobertura internacional. Le Monde, Reuters, The Economist, DW, New York Times, Independent, BBC, entre outros noticiaram o caso com destaque.

Autoridades estrangeiras, como o comissário alemão para liberdade religiosa Thomas Rachel e o secretário de Estado dos EUA Marco Rubio condenaram as prisões e pediram libertação dos pastores.

Os Estados Unidos condenam a recente detenção, pelo Partido Comunista Chinês, de dezenas de líderes da Igreja Zion não registrada na China, incluindo o proeminente pastor Mingri ‘Ezra’ Jin.  Pedimos a liberação imediata deles”, escreveu Rubio em seu perfil no X. 

A organização internacional Human Rights Watch (Observatório de Direitos Humanos) também se manifestou sobre o ocorrido. A HRW afirmou que os países preocupados devem condenar publicamente o ataque do governo chinês à liberdade religiosa e pressionar Pequim para que liberte os membros da Igreja Zion e todos os outros membros de igrejas clandestinas detidos injustamente por exercerem seus direitos fundamentais à liberdade religiosa. “A repressão do governo chinês à prática religiosa está ligada aos seus esforços para reforçar o controle ideológico, tanto interna quanto externamente. Os governos devem garantir que o governo chinês seja responsabilizado por tais violações e pressionar pela liberdade religiosa na China”, disse o pesquisador da Human Rights Watch para a China Yalkun Uluyol. 

O governo chinês rejeitou as críticas, afirmando que “regula assuntos religiosos conforme a lei”.

No Brasil, a repercussão foi menos intensa na mídia geral, mas teve ampla circulação em veículos cristãos. Entre os grandes portais, UOL, DW Brasil e IstoÉ Dinheiro noticiaram o episódio. 

Nova lei chinesa entra em vigor em janeiro de 2026

As prisões também estão relacionadas à revisão da Lei de Segurança Pública Chinesa (PSAPL – Public Security Administration Punishments Law), cuja nova versão começa a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2026 e foi aprovada oficialmente, em 27 de junho de 2025. O texto revisado inclui penalidades para “atividades religiosas ilegais”, cultos, seitas e sociedades secretas. 

Especialistas apontam que o objetivo é neutralizar influências estrangeiras, especialmente o cristianismo evangélico independente, visto como potencial “risco ideológico”.

Como são as religiões na China?

A Constituição chinesa garante a liberdade religiosa, mas, na prática, o Partido

Comunista Chinês permite que apenas congregações registradas e aprovadas pelo Estado operem abertamente. Ainda assim, estima-se que dezenas de milhões de cristãos chineses frequentem igrejas clandestinas, também chamadas de igrejas domésticas. A China oficialmente reconhece quatro religiões: budismo, taoísmo, islamismo e cristianismo (protestante e católico). Contudo, todas devem funcionar com supervisão direta do Estado, que controla nomeação de líderes, financiamento e conteúdo dos sermões. 

A China tem mais de 44 milhões de cristãos registrados em igrejas reconhecidas pelo Estado, a maioria delas protestantes, segundo dados oficiais. Porém, estima-se que outras dezenas de milhões de pessoas façam parte de “igrejas domésticas” ilegais que operam fora do controle do Partido Comunista governante.

O PCC é oficialmente ateu e proíbe seus membros de professarem qualquer fé. Estudos mostram que cerca de 2% da população adulta se identifica como cristã, segundo pesquisas nacionais (CGSS, World Values Survey). Entre eles, 90% são protestantes. O número real, porém, pode ser muito maior, já que milhões participam de igrejas não registradas. 

Pesquisadores como Fenggang Yang, da Universidade Purdue, afirmam que Xi Jinping vem intensificando a “sinização da religião” – política que exige que a fé se alinhe à ideologia do Estado e as suas regras. Igrejas não registradas, como a Zion, são toleradas em alguns períodos e reprimidas em outros, dependendo do contexto político e das percepções de ameaça. Porém, este processo não afeta somente o cristianismo, mas também o budismo tibetano e o islã.

Se a China faz política com as restrições religiosas, os EUA também utilizam a situação em sua concorrência com a China no cenário global. As tensas relações entre os dois países acabam aguçadas com a relação estreita entre igrejas ilegais chinesas e evangélicos chineses naturalizados estadunidenses que as apoiam. 

A pesquisadora da Universidade de Westminster Gerda Wielander escreve sobre isto

Cristãos sino-americanos próximos ao Partido Republicano costumam desempenhar um papel importante ao fornecer apoio a figuras exiladas de destaque. Eles também garantem que a perseguição a cristãos chineses permaneça como uma prioridade na agenda das relações bilaterais. Por sua vez, as medidas repressivas tendem a se intensificar quando as relações entre a China e os Estados Unidos se deterioram.

É nesse contexto que o momento da recente repressão precisa ser compreendido. Atacar uma igreja não registrada e bem conhecida, como a Zion Church, cuja filha do fundador é funcionária do Senado dos EUA, serve tanto como um sinal que Xi envia a Washington quanto como um meio de controlar a atividade religiosa no país.

***

A prisão de líderes da Igreja Zion na China é um fato confirmado por múltiplas fontes internacionais de alta credibilidade e reflete uma combinação de fatores legais, políticos e ideológicos que caracterizam o atual cenário político religioso chinês. Embora o governo afirme que as detenções não configuram perseguição religiosa, mas sim aplicação das leis nacionais que regulam atividades de fé, a análise do contexto mostra que tais normas são parte de um movimento mais amplo de controle estatal sobre práticas religiosas independentes. A intensificação da chamada “sinização” das religiões – diretriz que busca alinhar doutrinas e organizações à ideologia e à autoridade do governo chinês – tem restringido de forma crescente o espaço para igrejas não registradas, especialmente aquelas com vínculos internacionais ou grande alcance digital, como a Zion. 

Por outro lado, discursos que circulam em redes sociais digitais e em alguns veículos brasileiros frequentemente reduzem o episódio a uma suposta “proibição do cristianismo” ou a uma “perseguição religiosa generalizada”, sem considerar que o cristianismo oficial é permitido na China, ainda que controlado. Essa simplificação desconsidera que a repressão atinge principalmente grupos que se recusam a se submeter ao arcabouço legal imposto pelo Estado. 

Ao mesmo tempo, a alegação governamental de que se trata somente de uma questão legal também não abrange a totalidade do problema, pois a legislação chinesa, especialmente após as revisões recentes, funciona como instrumento para limitar a autonomia religiosa e coibir manifestações consideradas politicamente sensíveis. O fato tem mais relação com a questão do controle político-social, no intuito de manter o regime, do que com a questão religiosa em si.

Assim, o caso da Igreja Zion se situa na interseção entre fé, política e soberania nacional. A ação do governo não pode ser lida como mera repressão à crença cristã, nem tampouco pode ser dissociada de um ambiente de vigilância crescente sobre religiões independentes. A análise dos fatos indica que o episódio ilustra tanto o endurecimento das políticas estatais de regulação religiosa, quanto o esforço de igrejas não registradas de manter atividades fora do controle oficial. 

Portanto, Bereia classifica as publicações sobre o caso como verdadeiras, em relação à prisão dos líderes religiosos e o acirramento da repressão às igrejas clandestinas. Entretanto, não há perseguição generalizada a cristãos na China. É necessário cautela diante de discursos sensacionalistas, como nas publicações feitas pelo Influenciador Victor Nascimento, ou pelos sites cristãos Pleno.News ou Gazeta do Povo, identificadas pela equipe do Bereia. Estes discursos são usados para fazer política anti-China.

Bereia recomenda atenção à fontes confiáveis e contextualizadas para compreender com precisão casos que envolvem disputas de narrativa e temas sensíveis como liberdade religiosa e política.

Referências

CNN Brasil

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/filha-pede-ajuda-a-trump-para-libertar-pai-preso-em-repressao-na-china/ – Acesso em 07 dez 25

CSW

https://www.csw.org.uk/2025/12/01/press/6685/article.htm – Acesso em 07 dez 25

https://ndmais.com.br/seguranca/china-prende-30-pastores-da-zio-church-ilegalidade/ – Acesso em 07 dez 25


Diário do Pará

https://diariodopara.com.br/noticias/mundo/china-prende-mais-de-30-lideres-da-igreja-zion-em-ampla-operacao-nacional/ – Acesso em 07 dez 25


Revista Fórum

https://revistaforum.com.br/global/chinaemfoco/2025/10/14/igreja-zion-por-que-china-prendeu-pastores-de-organizao-religiosa-ilegal-189770.html – Acesso em 07 dez 25

Terra
https://www.terra.com.br/noticias/china-intensifica-controle-sobre-igrejas-cristas-clandestinas,001c9ace1e78bc71010ac01262879c51q9ng2181.html – Acesso em 07 dez 25


Bnews

https://www.bnews.com.br/noticias/mundo/china-prende-30-pastores-e-intensifica-perseguicao-igrejas-cristas.html – Acesso em 07 dez 25


Isto é Dinheiro

https://istoedinheiro.com.br/china-intensifica-controle-sobre-igrejas-cristas-clandestinas – Acesso em 07 dez 25


DW

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https://www.bbc.com/news/articles/cx2pez2vg8wo – Acesso em 07 dez 25

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https://exame.com/mundo/china-prende-dezenas-de-lideres-de-igrejas-clandestinas-cristas-que-operam-ilegalmente/ – Acesso em 07 dez 25

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https://www.reuters.com/world/china/china-detains-dozens-underground-church-pastors-crackdown-2025-10-13/ – Acesso em 07 dez 25

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https://www.lemonde.fr/en/international/article/2025/10/15/a-crackdown-targets-one-of-china-s-main-underground-churches_6746442_4.html – Acesso em 07 dez 25

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https://www.nbcnews.com/world/asia/china-detains-dozens-underground-church-pastors-crackdown-rcna237476 – Acesso em 07 dez 25

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https://www.economist.com/china/2025/10/16/china-is-rounding-up-christian-leaders – Acesso em 07 dez 25

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https://english.news.cn/20250627/c0253a1b89254001adadde3c00bd5b10/c.html?utm_source=chatgpt.com – Acesso em 07 dez 25

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https://www.chinalawtranslate.com/en/psap-2025/#gsc.tab=0  – Acesso em 07 dez 25

Instagram, victornascimento791

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Instagram, guiame_oficial

https://www.instagram.com/p/DRugJmVjBKk/?igsh=MWR6ZWRsdW11OWR6YQ== – Acesso em 07 dez 25

Facebook, Sean Long Fei

https://www.facebook.com/p/Sean-Long-Fei-100005412884897/?checkpoint_src=any – Acesso em 07 dez 25

Human Rights Watch

https://www.hrw.org/news/2025/10/14/china-nationwide-crackdown-on-major-underground-church Acesso em 08 dez 2025

The Conversationhttps://theconversation.com/why-beijing-is-looking-to-exert-tighter-control-over-chinese-christians-267571 Acesso em 08 dez 2025

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