Coletivo Bereia integra projeto especial do Comprova

No mês em que completa um ano de fundação, o Coletivo Bereia é selecionado para integrar o projeto Comprova + Comunidades, que reúne oito iniciativas de jornalismo atuantes em comunidades ou com temáticas raciais e religiosas. O Comprova é uma iniciativa da First Draft, liderada pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) que trabalha em colaboração com jornalistas de 28 veículos de comunicação do Brasil no combate à desinformação.

As oito iniciativas selecionadas são coletivos e agências das cinco regiões do país e que estão conectadas a públicos segmentados por territórios, temáticas raciais ou religiosas e a comunidades vulneráveis. Os representantes de cada coletivo ou agência atuarão no Comprova por 6 meses, devido a um convênio da Missão Americana no Brasil com a Abraji para combater desinformação relacionada à COVID-19.

Do Coletivo Bereia participam Juliana Dias e Luciana Petersen, que participam do coletivo desde o início. Os coletivos e agências estão recebendo treinamento para verificação, apoio para aquisição de equipamentos e uma ajuda financeira para remunerar os profissionais que atuarão no Comprova. Além do trabalho colaborativo nas investigações, espera-se que os novos participantes possam ajudar na criação de novas narrativas que ajudem a disseminar o resultado das verificações feitas pelo Comprova.

Fazem parte do projeto as seguintes agências e coletivos:

  • Marco Zero Conteúdo – coletivo de jornalismo independente em Recife que realiza cobertura local e regional, com foco no interesse público e nos setores mais vulneráveis da população.
  • Agência Mural de Jornalismo das Periferias – tem como missão minimizar as lacunas de informação e contribuir para a desconstrução de estereótipos sobre as periferias da Grande São Paulo.
  • Bereia – coletivo de jornalismo colaborativo para verificação de notícias em ambientes digitais religiosos.
  • Rádio Noroeste – instrumento de fortalecimento da cultura local, por meio da valorização das raízes e tradições populares, do esporte e lazer que animam a comunidade, e da economia da região noroeste de Goiânia.
  • Amazônia Real – agência que nasceu com o objetivo de fazer jornalismo independente, investigativo e pautado nas questões da Amazônia e de seu povo.
  • Coletivo Niara – grupo criado em 2014 por alunos da Universidade Federal do Pampa, campus São Borja, com o objetivo de acolher os ingressantes pretos e criar uma comunidade de apoio.
  • Alma Preta – agência de jornalismo especializada na temática racial do Brasil, cujo objetivo é construir um novo formato de gestão de processos, pessoas e recursos por meio do jornalismo qualificado e independente.
  • Favela em Pauta – portal de notícias formado por jornalistas baseados em favelas e periferias das cinco regiões do Brasil e que exerce a comunicação sob a perspectiva jovem, negra e periférica, utilizando as técnicas do jornalismo profissional.

Para o presidente da Abraji, Marcelo Träsel, a inclusão das agências e coletivos amplia o alcance do Comprova junto a públicos ainda pouco atendidos. Também é mais um passo no compromisso da atual gestão em aumentar a diversidade nas atividades da associação.

“Informações falsas podem até matar. Principalmente na área de saúde. Esperamos que esse programa possibilite que informações de qualidade cheguem a brasileiros que nem sempre têm acesso a esse tipo de checagem”, disse o adido de imprensa do Consulado dos Estados Unidos em São Paulo, Philip Drewry. “Nosso objetivo é garantir que brasileiros tenham à disposição as informações de que precisam para tomar decisões embasadas e conscientes.”

“Esta parceria representa muito para o nosso Coletivo. Primeiro, significa um reconhecimento da relevância do serviço que prestamos e da capacidade que temos de produzir conteúdo comprometido com informação de qualidade. Em segundo lugar, é uma oportunidade de aprendermos com o Comprova e com outros projetos e coletivos, o que trará, por certo, aperfeiçoamento para o nosso trabalho. Terceiro, é uma chance de aprofundarmos nossa perspectiva de jornalismo colaborativo e vocação de atuação coletiva”, afirma Magali Cunha, editora-geral do Coletivo Bereia.

As organizações de mídia envolvidas na terceira fase do Comprova são: A Gazeta, Gazeta do Sul, AFP, Band News, Band TV, Band.com.br, Canal Futura, Correio (da Bahia), Correio de Carajás, Correio do Estado, Correio do Povo, Diário do Nordeste (CE), Estado de Minas, Exame, Folha de S.Paulo, GaúchaZH, Jornal do Commercio, Metro Brasil, Nexo Jornal, NSC Comunicação, O Estado de S. Paulo, O Popular, O Povo, Poder360, Rádio Band News FM, Rádio Bandeirantes, revista Piauí, SBT e UOL.

Google News Initiative e Facebook Journalism Project ajudaram a financiar o projeto, e ambas as empresas estão fornecendo suporte técnico e treinamento para as equipes envolvidas. O Comprova tem como parceiros institucionais a Associação Nacional de Jornais no Brasil (ANJ), o Projor, a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), a agência Aos Fatos e a RBMDF Advogados. Os parceiros de tecnologia são CrowdTangle, NewsWhip, Torabit, Twitter e WhatsApp.

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Foto de Capa: Projeto Comprova + Comunidades/Divulgação

Marginais dentro do centro: os evangélicos e o movimento social

*Publicado originalmente em Angeliquisses.com

Meu ponto de partida é meu corpo. Corpo que possuí diversas identidades, que negocia, troca, toca, experimenta. Corpo que foi construído pelos cristianismos de centro. Corpo que foi desconstruído pelos cristianismos das margens. Corpo que agora é devir. Por que começar essa breve fala com o corpo? Porque é ele que experimenta a religião, é ele que a constrói, é ele que pisa e sente o território místico e dá significados.

Cristianismo nunca é no singular. Cristianismos. Plural. Usando as categorias de “centro” e “margem” dos estudos pós-coloniais tento entender o que se passa com os cristianismos no Brasil. Há um cristianismo de centro? Há um cristianismo das margens? Como os discursos dentro de uma religião podem ser tão distintos? Para encontrar novos caminhos é preciso discutir os caminhos existentes.

Os fundamentalismos têm tomado conta do cenário nacional e mundial. Existem diversas teorias sobre qual a origem do fundamentalismo religioso, todas elas têm suas falhas. Porém, há uma constatação a ser feita: o fundamentalismo é um fenômeno religioso, mas não é ligado com a religião em si. Em menos de uma semana estava na Índia estudando os processos de fundamentalismo religioso e lá há um partido de ultradireita chamado Bharatiya Jananta Party (Partido do Povo Indiano). Partido esse que reivindica uma Índia Hindu, que quer trazer de volta os princípios religiosos dos Vedas, das castas (que ainda é um problema na Índia), doutrina Hinduvta – orgulho de ser hindu, e que quer expulsar os cristãos e os muçulmanos da Índia. O centro, império, é o hinduísmo. Existem algum movimento hindu que não concorda com essa postura do governo em poder? Sim. Nenhuma religião é singular, há sempre o plural.

No Brasil temos como religião de centro o cristianismo, em uma mistura de católico com evangélico, considerando um crescimento notável nas últimas décadas do movimento evangélico. Qual é a imagem do movimento evangélico-protestante-pentecostal? Bem, posso dizer a partir de dentro de que de um lado temos os fundamentalistas escrachados, discursos de ódio, teologia da prosperidade, do outro lado os ditos teólogos ortodoxos, que destilam intolerância com cara de conhecimento científico, que obtém o “verdadeiro conhecimento da Bíblia” e o resto é tudo, claro, é tudo heresia. E não preciso dizer sobre a bancada dita evangélica, apenas mencionar é o bastante.

Engana-se, entretanto, em pensar que o movimento de evangélicos progressistas é algo novo ou uma renovação. Muito pelo contrário, nomes como Anivaldo Padilha, metodista que participou da resistência contra a ditadura e foi denunciado pelo próprio pastor, sendo sequestrado e torturado, estão aí para fazer história e construir essa resistência cristã. Ele é apenas um exemplo, poderia citar outros tantos que não se dobraram ao Centro da fé e da política, continuaram nas margens da fé.

Temos que entender que os evangélicos progressistas representam as margens das margens, pois são marginais da própria fé e marginais da própria esquerda que quase sempre excluiu a religião de qualquer análise social e fechou os diálogos com os crentes com um ar de superioridade colonial. Teologias como teologia gay e queer, teologia negra, teologia feminista, teologia da libertação são marginalizadas pelos centros – da fé e até mesmo pela esquerda.

Acredito que não há um “crescimento” ou mesmo “renovação” do movimento evangélico, entretanto, tem ocorrido mais visibilidade e publicidade das lutas e pautas estabelecidas entre o meio progressista evangélico. O movimento de religiosos evangélicos engajados em pautas sociais e não-conservadoras sempre existiu, não é um fenômenos novo e há muito tempo estão na luta. O que é novo talvez seja uma melhor compreensão teórica, conceitual e política e também uma melhor articulação.  Se há muito tempo religiosos evangélicos, de maneira anônima e desarticulada, atuam em causas relacionadas aos direitos humanos e sociais, hoje, de maneira mais articulada e organizada, estes evangélicos qualificaram e organizaram melhor suas expressões e práticas sobre esses temas e causas. Há diversos interesses nessa nova visibilidade também, interesses políticos, partidários, midiáticos, e esses fatores estão influenciando a publicização do movimento progressista evangélico no Brasil.

Movimento das margens da fé

Os primeiros movimentos progressistas evangélicos surgiram em meados da década de 20 e 30, porém eram institucionalizados e obtinham um caráter mais tradicional.  Hoje encontramos esses movimentos mais nas margens, se costurando com outros corpos, outras identidades para além de um cristianismo ocidental-patriarcal-branco-heterossexual-capitalista. Há diversos movimentos se movimentando por aí: Evangélicos Pelo Estado Democrático de Direito, Evangélicas pela Igualdade de Gênero, Feministas Cristãs, Espiritualidade Libertária, Movimento Negro Evangélico. Mas voltarei aos corpos únicos que vivem essa experiência com o sagrado nas margens.

Ronilso Pacheco, teólogo, negro, mora no Rio de Janeiro, autor do livro “Ocupar, Resistir, Subverter” pela editora Novos Diálogos. Ronilso constrói sua fé nas margens de sua cor. Como um corpo negro experiência a luta, dor, alegria e o mistério da fé?

Ana Ester, teóloga, lésbica, de Belo Horizonte. Pesquisadora sobre a teologia queer, sobre um Deus que flui como nós. Vivência a fé cristã no corpo de uma mulher lésbica.

Alexya Salvador, pastora da Igreja Comunidade Metropolitana em SP, transexual, educadora. Nas margens da sociedade e da fé encontra o divino que lava os seus pés. E agora passa a lavar os pés de sua comunidade de fé, alunos e família. Corpo divinamente queer.

Nancy Cardoso, pastora metodista, teóloga, mora nos quatro cantos do Brasil, feminista, reivindica uma leitura erótica da Bíblia, tão erótica que escorre para a terra, onde ela mais trabalha, na Comissão Pastoral da Terra, autora de diversos livros sobre teologia feminista.

Entre muitos outros que se fazem nas margens e constroem a partir dela suas teologias. Cristianismos de fronteira, de margens, bem distintos do que é propagado na mídia sobre um cristianismo conservador, preconceituoso, frio e seco. Acreditamos naquilo que somos, nossa religião é nossa imagem e semelhança.

A potência da margem: o corpo marginal da fé

Comecei a reflexão falando dos corpos. Nosso corpo é a nossa linguagem. Quando os corpos são marginalizados não temos mais voz. A minoria tem seus corpos oprimidos e silenciados pelo colonialismo. O corpo religioso é um corpo oprimido duplamente, cultural-social e religioso – se é que pode haver essa separação. Um corpo LGBTI não tem lugar na reflexão teológica, da mesma forma que um corpo negro, que um corpo de uma mulher, um corpo indígena. A liberdade é definida pela sua genitália, cor, classe social e sexualidade. Obviamente o centro do cristianismo não quer que as margens teologizem. Relembrando Spivak: Pode o subalterno teologizar?

Os corpos marginais da fé são um potencial de desafiar a hegemonia presente, um potencial de criatividade, um potencial de sonhar diferentes espaços religiosos e sociais. Ser marginal dentro do centro é desestabilizar as “normas” teológicas, questionar as doutrinas opressoras, é criar uma nova narrativa religiosa a partir do corpo que sente. É viver nas margens, nas fronteiras, nos entrelugares. Homi Bhabha diz:

O trabalho fronteiriço da cultura exige um encontro com “o novo” que não seja parte do continuum de passado e presente. Ele cria uma ideia do novo como ato insurgente de tradução cultural. Essa arte não apenas retoma o passado como causa social ou precedente estético; ela renova o passado, refigurando-o como um “entre-lugar” contingente, que inova e interrompe a atuação do presente. O “passado-presente” torna-se parte da necessidade, e não da nostalgia, de viver. (2001, p. 27)

Outro ponto que as margens vivem em constante negociação. Uma das perguntas que mais ouço sendo uma teóloga feminista “como você pode ser feminista e cristã?” ou ainda além: “por que você ainda se considera cristã?”.  Ou de uma esquerda tão cega quanto a própria fé que me diz: “não precisamos de vocês na nossa luta” – mesmo sendo a luta feminista. Como negociar entre essas fronteiras? O entrelugar é uma categoria necessária para entender os movimentos evangélicos emergentes na contemporaneidade. Negociam entre as margens e assim criam um novo lugar, um entrelugar de potências e diversidade. É o “rompimento das totalidades impostas e a superação dos fantasmas de cultura universal e culturas puras” (RIBEIRO, 2012, p. 169).

Um cristianismo-puro-singular-ortodoxo não tem mais espaço para os corpos marginais da fé. Viver nas fronteiras das diferentes situações produz um novo sentido para a realidade. Ainda mais, é preciso residir no além das fronteiras. Para Bhabha: “residir ‘no além’ é ainda… ser parte de um tempo revisionário, um retorno ao presente para redescrever nossa contemporaneidade cultural; reinscrever nossa comunidade humana, histórica; tocar o futuro em seu lado de cá. Nesse sentido, então, o espaço intermédio ‘além’ torna-se um espaço de intervenção no aqui e no agora” (2001, p. 27)

A vida é essa mistura de identidades que se interligam, interconectam, entrelaçam. É o passado e presente se fazendo novo. Os movimentos progressistas cristãos inspiram um novo a vir, uma comunidade que vem. Há sempre o perigo da margem querer se tornar centro, e assim perder a potência de criação e ser apenas uma repetição do velho, espero que isso não aconteça, mas antes crie o novo, novas relações com a fé e a sociedade, novas leituras das Escrituras que não mais oprimem o corpo, novas formas de se relacionar com o contexto atual. Ser evangélico é ser portador de uma boa nova, que essa boa nova se faça carne nos corpos marginais da fé.

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Foto de Capa: Pixabay/Reprodução

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REFERÊNCIAS

BHABHA, Homi. O Local da Cultura. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2001.

RIBEIRO, Cláudio. Fronteiras. entrelugares” e lógica plural: a contribuição dos estudos culturais de Homi Bhabha para o método teológico. Estudos de Religião, v. 26, n. 43, p. 9-21, 2012.

Nossas vidas e comunidades como mecanismo de busca para o sentido da vida

Vamos começar nossa reflexão lendo duas passagens do evangelho de João – 1.35-39 e 1.40-43.

“No dia seguinte João estava ali novamente com dois dos seus discípulos.
Quando viu Jesus passando, disse: “Vejam! É o Cordeiro de Deus! “
Ouvindo-o dizer isso, os dois discípulos seguiram a Jesus.
Voltando-se e vendo Jesus que os dois o seguiam, perguntou-lhes: “O que vocês querem? ” Eles disseram: “Rabi”, ( que significa Mestre ), “onde estás hospedado? “
Respondeu ele: “Venham e verão”. Então foram, por volta das quatro horas da tarde, viram onde ele estava hospedado e passaram com ele aquele dia.”

João 1:35 – 39 / NVI

João Batista, o profeta, indica e antecipa, nesta passagem, o que ver e procurar: o Cordeiro de Deus. A partir de sua formulação o compartilhamento de quem era Jesus começa a ser feito. João revela o que deve ser buscado.

Vamos fazer analogias digitais

O que são navegadores? Motores de busca? Mozilla, Chrome? O que os diferencia uns dos outros?

Se nossas igrejas fossem navegadores, motores de busca como o Mozilla e Chrome, que coisas poderiam ser pesquisadas por meio delas?

Suas músicas, mensagens, reuniões, encontros de oração, seus membros, etc. Mas isso não é suficiente. A pesquisa inicial deve fornecer ao interessado esclarecimentos que permitam que ele/ela continue interessado/a e atraído/a pelas informações encontradas.

Se imaginarmos que João foi o primeiro mecanismo de busca para entender o Reino, que referências poderiam ser encontradas através dele?

E se você fosse o mecanismo de busca por meio do qual as pessoas olhassem e analisassem Jesus, o que encontrariam?

E se sua igreja fosse analisada por alguém que tivesse buscando um lugar para se congregar ou entender mais sobre espiritualidade, que referências essa pessoa teria?

Agora vamos ler a segunda passagem: João 1: 40:43:

André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que tinham ouvido o que João dissera e que haviam seguido a Jesus.
O primeiro que ele encontrou foi Simão, seu irmão, e lhe disse: “Achamos o Messias” ( isto é, o Cristo ).
E o levou a Jesus. Jesus olhou para ele e disse: “Você é Simão, filho de João. Será chamado Cefas” ( que significa Pedro ).
No dia seguinte Jesus decidiu partir para a Galiléia. Quando encontrou Filipe, disse-lhe: “Siga-me”.

João 1:40-43 / NVI

O que os discípulos descobrem assume um novo significado. Ele não é mais o Cordeiro de Deus, mas o Messias (Cristo). Ao compartilhar a novidade da inquietação procurada, eles descobrem outros significados que estão além do que podem entender e compartilhar naquele momento.

Por que isso? Porque essa operação básica de surpresa, de encontrar um novo significado depende de Deus e não de nós mesmos ou do potencial de nossas igrejas.

É importante que eu e você, bem como nossas comunidades, sejamos luz que clareia o caminho quando alguém faz a busca por meio de nós, mas, mais importante do que isso, é confiar que o Senhor abre portas e oferta um novo olhar quando as pessoas procuram algum sentido para a vida.

Vamos oferecer nosso amor e paixão por Jesus, na confiança de que Deus acrescenta novos elementos para aqueles/as que buscam Boas Novas.

PARA REFLETIRMOS

  1. Quando eu e você fazemos uma busca pelo evangelho e sua encarnação por meio das nossas próprias vidas e igrejas, o que, de fato, encontramos?
  2. Escolha uma situação no ambiente mais próximo, por exemplo, pessoas em situação de rua, e analise como os meios de comunicação as apresenta e qual a leitura que você mesmo/a faz delas.
  3. Como nos preparamos para ouvir e entender de maneira crítica e amorosa o que está acontecendo ao nosso redor?